Projeto Dança-Escola

Dialogando com o corpo, a arte e a educação.

PRÁTICA EM TRABALHO DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Quais as contribuições das áreas de conhecimento (Psicologia,Antropologia e Sociologia) para fundamentar teoricamente uma Proposta Pedagógica?

PORQUE CONSTRUIR COLETIVAMENTE O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO

O projeto político pedagógico exige profunda reflexão sobre as finalidades da escala, assim como a explicitação de seu papel social e a clara definição.

PRIMEIROS DIAS DE AULAS DE UM ALUNO

Primeiros dias de aulas de um aluno (a) ou criança:

PROSTITUIÇÃO: AMOR, SEXO OU DINHEIRO?

A sensibilidade sobre o que se considera prostituição pode variar dependendo da sociedade, das circunstâncias onde se dá e da moral aplicável no meio em questão.

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sábado, 28 de dezembro de 2013

TRABALHO ESCOLAR: DISCIPLINA FILOSOFIA - Marxismo e Liberalismo



MARKISMO

Jean Jackson Rousseau ele é um filosofo, por tanto Markismo, pois para ele o estado não é um simples mediador, ele interfere nessa luta social de modo parcial tomada as classes sociais dominantes.
Segundo ele a sociedade teria surgido leis por razões de segurança. Para proteger-se dos riscos que corriam diante da natureza bostil.
Pois as pessoas de classe alta reuniam-se para decidi e constitui um estado de governo próprio. Onde as leis e as regras fossem iguais para todos

MODELO DE CONVITE PARA FORMATURA

CONVITE GRANDE

A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR



A autonomia e a descentralização constituem-se um binômio construído reciprocamente, mediante processos de democratização, isto é, tendo a prática democrática como centro. Portanto, tudo que foi até agora descrito em relação àqueles processos, refere-se, por tabela, à gestão democrática. Cabe, no entanto, evidenciar alguns aspectos.

A AUTONOMIA DA ESCOLA



Em associação à descentralização, a autonomia da escola é dos conceitos mais mencionados nos programas de gestão promovidos pelos sistemas estaduais de ensino, como também em programas do Ministério de Educação, uma vez que neles está presente, como condição para realizar o princípio constitucional de democratização da gestão escolar. Isto porque a autonomia de gestão da escola, a existência de recursos sob controle local, junto com a liderança pelo diretor e participação da comunidade, são considerados os quatro pilares sobre os quais se assentam a eficácia escolar.

A DESCENTRALIZAÇÃO, A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR E A CONSTRUÇÃO



Como paradigma, é uma visão de mundo que permeia todas as dimensões da ação humana, não se circunscreve a esta ou àquela área, a este ou àquele nível de operação. A realidade atua como um conjunto de peças de dominó colocadas em pé, lado a lado: ao se empurrar uma, todas as demais irão caindo subsequentemente.
Essa situação ilustra a compreensão da realidade como um sistema, daí por que todos os conceitos seriam inter-relacionados.

AS LIMITAÇÕES DO MODELO ESTÁTICO DE ESCOLA E DE SUA DIREÇÃO



Até bem pouco tempo, o modelo de direção da escola, que se observava como hegemônico, era o de diretor tutelado dos órgãos centrais, sem voz própria, em seu estabelecimento do ensino, para determinar os seus destinos e, em consequência, desresponsabilizado dos resultados de suas ações e respectivos resultados. Seu papel, nesse contexto, era o de guardião e gerente de operações estabelecidas em órgãos centrais. Seu trabalho constituía-se, sobretudo, repassar informações, controlar, supervisionar, dirigir. o fazer escolar, de acordo com as normas propostas pelo sistema de ensino ou pela mantenedora. Era considerado bom diretor quem cumpria essas obrigações plenamente, de modo a garantir que a escola não fugisse ao estabelecido em âmbito central ou em hierarquia superior.

PERSPECTIVAS DA GESTÃO ESCOLAR E IMPLICAÇÕES QUANTO À FORMAÇÃO DE SEUS GESTORES



Mudança de concepção de escola e implicações quanto à sua gestão
Já é lugar comum a afirmação de que vivemos uma época de mudança. Porém, a mudança mais significativa que se pode registrar é a do modo como vemos a realidade e de como dela participamos, estabelecendo sua construção. No geral, em toda a sociedade, observa-se o desenvolvimento da consciência de que o autoritarismo, a centralização, a fragmentação, o conservadorismo e a ótica do dividir para conquistar, do perde-ganha, estão ultrapassados, por conduzirem ao desperdício, ao imobilismo, ao ativismo inconsequente, à desresponsabilizarão por atos e seus resultados e, em última instância, à estagnação social e ao fracasso de suas instituições.
Essa mudança de paradigma é marcada por uma forte tendência à adoção de concepções e práticas interativas, participativas e democráticas, caracterizadas por movimentos dinâmicos e globais, com os quais, para determinar as características de produtos e serviços, interagem dirigentes, funcionários e .clientes . ou .usuários., estabelecendo alianças, redes e parcerias, na busca de soluções de problemas e alargamento de horizontes.

A ESCOLA E A COMUNIDADE



Segundo Anísio Teixeira a escola era como um clube fechado onde os professores recusavam o diálogo com os pais de alunos por entenderem que a presença deles na escola servia para tumultuar os trabalhos sem nada de positivo para contribuir no auxílio do trabalho pedagógico.

ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DA ESCOLA



Tem como principal objetivo conduzir a forma na qual é conduzida à escola, podemos apontar quatro grandes áreas:
Corpo docente: Professores
Administração: diretor, auxiliares de direção.
Pessoal técnico: orientador educacional, orientador pedagógico, bibliotecário e outros,
Pessoal de serviços auxiliares: secretário, escriturários, inspetores de alunos, serventes, merendeiras e outros.

ORIENTADOR EDUCACIONAL



Na instituição escolar, o orientador educacional é um dos profissionais da equipe de gestão. Ele trabalha diretamente com os alunos, ajudando-os em seu desenvolvimento pessoal; em parceria com os professores, para compreender o comportamento dos estudantes e agir de maneira adequada em relação a eles; com a escola, na organização e realização da proposta pedagógica; e com a comunidade, orientando, ouvindo e dialogando com pais e responsáveis.
Seu compromisso é com a formação permanente no que diz respeito a valores, atitudes, emoções e sentimentos, sempre discutindo, analisando e criticando.
Sua função basea-se em: